quarta-feira, 18 de novembro de 2015

SEDENTARISMO NA GRAVIDEZ PODE GERAR DIÁSTASE ABDOMINAL. FISIOTERAPIA PODE AJUDAR!

A cantora Sandy lançou luz recentemente a um problema pouco comentado: diástase pós-gravidez. Trata-se de uma depressão que segue da área dos seios até o umbigo, causada pela separação do músculo reto abdominal, em decorrência das modificações da região na gestação, facilmente identificada por meio de um exame físico.


“Existem alterações fisiológicas e musculoesqueléticas que por influência hormonal permanecem durante todo período gestacional. A diástase do músculo reto abdominal é uma delas e ocorre quando há uma separação entre os feixes musculares, na linha média (linha alba) com espaçamento superior a 3 cm. Ela pode ser observada em 3 níveis: infraumbilical (abaixo do umbigo), a umbilical que é a mais frequente e a supraumbilical (acima do umbigo) . De diagnóstico predominantemente clinico ela pode ser agravada pela obesidade, gestações múltiplas, macrossomia fetal e poliidrâmnio (aumento de liquido amniótico). Não podemos deixar de dar uma atenção especial aquelas gestantes cuja musculatura abdominal é constitucionalmente flácida.”, explica o ginecologista Carlos Alberto Politano, Diretor da Associação de Obstetricia e Ginecologia do Estado de São Paulo.

Prevenção
Não há formas de prevenir especificamente a diástase de reto, todavia alguns cuidados e hábitos podem minimizar as dores lombares e pélvicas decorrentes do comprometimento postural da gestante. Os cuidados com a alimentação e a atividade física deixaram de ser opcionais e passaram a serem os pilares de uma gestação saudável e agradável. O obstetra, sempre que necessário, deve ter parceria de uma equipe multiprofissional, e especificamente nos casos de diástase do músculo reto a participação do fisioterapeuta e da nutricionista.

Politano destaca que a má postura interfere imediatamente nos feixes musculares, uma vez que, pelo crescimento do abdômen, a curvatura da coluna é alterada. Assim, exercícios devem ser realizados mesmo pelas gestantes que antes eram sedentárias. Algumas das indicações de atividades são caminhadas, hidroginástica, pilates e musculação; este último, apenas com acompanhamento de profissional especializado em treinamentos para grávidas.
Alimentação é o segundo pilar para uma gestação saudável. “A ideia de comer por dois não vale mais. O correto, atualmente, é alimentar-se de três em três horas e em porções menores. É essencial manter o equilíbrio para ter ingestão proteica balanceada, importante para a musculatura”, diz o ginecologista.

Tratamento
O tratamento varia de acordo com a gravidade da diástase de reto e sempre deve ser realizado com exercícios específicos, dirigidos por um fisioterapeuta ou outro profissional de saúde acostumado no acompanhamento de gestante. O médico reforça a importância de uma orientação nutricional e do acompanhamento da gestante quando a mesma mantém atividade física.

“A participação do fisioterapeuta é importante para orientar a gestante sobre atividade física e os tipos de exercícios a serem realizados na gestação e no puerpério. Por outro lado não menos importante é a orientação da nutricionista, pois, como já foi citado, a obesidade é um dos fatores causais de Diástase do reto abdominal”, diz.
O uso da cinta não é válido durante a gravidez, porém, é fundamental após – isto porque o abdômen está flácido e ela ajuda a minimizar os efeitos na musculatura.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

10 coisas que você precisa saber sobre gestantes com Diabetes

Seguem abaixo 10 coisas que todas as mamães com diabetes deve fazer e saber:

1   Todas as malformações que acontecem nos filhos de mães com diabetes afetam órgãos que se formam nas oito primeiras semanas de vida intrauterina. É importante programar a gravidez para que a futura mamãe esteja recebendo o devido tratamento.
 2 Caso a mãe engravide sem uma programação, não há motivo para pânico. O medo e apreensão dificultam o controle da taxa de glicemia no sangue. A melhor saída, em todos os casos, é ter confiança, procurar um médico imediatamente e seguir à risca todo o tratamento.
3  Bebês nascidos de mães com diabetes podem apresentar um maior risco de desconforto respiratório, macrossomia, policitemia com hiper viscosidade, hipoglicemia, malformações congênitas, hipocalcemia e hipomagnesemia, mas o controle glicêmico adequado durante a gravidez evita estes tipos de complicação.
4    Muitas mães se sentem culpadas e temerosas de que o filho venha a ter problemas por conta do diabetes, atitude que dificulta o tratamento. É preciso ter pensamento positivo sempre. O apoio da família, e em determinados casos, de um psicólogo são importantíssimos nesta fase.
5    Até o presente momento, não há estudos que comprovem a segurança de antidiabéticos orais, por isso, não são recomendados para realizar o controle de glicemia das gestantes. Mesmo atravessando a barreira placentária, porém em pouca quantidade, a insulina é o método mais eficaz e indicado pelos médicos para manter a glicemia controladaMulheres diabéticas que usam medicação oral não devem interromper o seu uso até a consulta médica, que deve ser providenciada o mais breve possível
6   Independente de o parto ser normal ou cesáreo, a mãe tem que ter uma assistência médica constante, pois a necessidade de insulina diminui após o nascimento do bebê, podendo provocar uma hipoglicemia na mãe.
7    automonitorização glicêmica, que é a prática do paciente diabético de medir e regulamentar a sua própria glicemia através de fitas e/ou aparelhos de uso doméstico, é fundamental na época da gestação. Junto ao pré-natal, é importantíssimo que a futura mamãe o realize constantemente, com orientação médica. 
8      A mulher deve ainda ser incentivada a realizar atividades físicas com exercícios próprios para gestantes, como hidroginástica, caminhadas e aulas de alongamento e relaxamento corporal, porém, sempre respeitando seus limites. Mulheres que não costumam fazer exercícios físicos, devem aguardar a orientação do médico sobre o que podem fazer.
9   É importantíssimo cuidar da alimentação, praticar exercícios e realizar os exames recomendados, como fundo de olho e microalbuminúria a cada trimestre da gestação, de acordo com a indicação médica.
10  Na hora de escolher entre o parto normal ou a cesárea, a decisão é da paciente, que pode tirar dúvidas com o médico obstetra. A escolha do tipo de parto vai depender bastante do estado de saúde da mãe e do controle do diabetes. Por isso, há necessidade de uma assistência médica constante, de preferência com um obstetra especializado em gestações de alto risco. Cada vez aumenta o número de partos bem sucedidos de gestante com diabetes, com mãe e bebê perfeitamente saudáveis e sem complicações.



Como o fisioterapeuta contribui para proporcionar uma gestação saudável!!

A gravidez impõe algumas alterações fisiológicas que ocorrem em todos os sistemas do corpo da mulher. Estas alterações decorrem, principalmente, de fatores hormonais e mecânicos podendo gerar vários sintomas e desconfortos durante a gestação, porém não pode ser considerada uma condição patológica. A atuação fisioterapêutica é de grande importância no período pré-natal, onde se busca fortalecer e alongar a musculatura do assoalho pélvico evitando assim maiores complicações no momento do parto.Durante o primeiro trimestre gestacional a fisioterapia tem como objetivos acolher a gestante, promover relaxamento e sensibilidade da respiração, massagem nas mamas e aréola, além de exercícios para a formação e protusão do mamilo. No segundo trimestre trabalha-se de forma dinâmica a flexibilidade corporal, adequação da postura e estimulação mãe-filho. Durante o terceiro trimestre gestacional começa o preparo para o parto com técnicas de analgesia e treino da respiração. O fisioterapeuta contribui para proporcionar uma gestação saudável, conscientizando as gestantes da importância da prática da atividade física, além de ensiná- las técnicas que auxiliam o autocontrole durante o trabalho de parto, onde ocorrem mudanças na posição anatômica da pelve, na forma da musculatura, nas vísceras e no assoalho pélvico. A abertura do assoalho pélvico para a passagem da cabeça fetal é pequena, e consequentemente a cabeça empurra o assoalho pélvico para baixo até que tenha dilatação para passar por ela. Todas essas alterações podem ser minimizadas através da assistência fisioterapêutica. O puerpério é um período de grandes modificações corporais, portanto é necessário que a puérpera seja assistida por uma equipe multidisciplinar. A atuação da fisioterapia no pós-parto imediato visa promover a estimulação da tonicidade muscular abdominal e pélvica, estimulando o metabolismo, prevenindo o prolapso uterino evitando o surgimento de tromboses, além de conscientizá-las sobre a importância da continuidade dos exercícios iniciados neste período. O exercício pode ser iniciado logo após o parto, principalmente os de fortalecimento do assoalho pélvico, que além de fortalecer, aumenta a circulação e ajuda na cicatrização. A fisioterapia utiliza técnicas de cinesioterapia como o alongamento leve e fortalecimento adequado para a idade gestacional dos músculos perineais e abdutores da coxa reduzindo os sintomas de desconforto muscular, dor e melhorar a qualidade de vida. Utiliza ainda técnicas de treino respiratório que consiste em treinar a parturiente a controlar a sua respiração com o objetivo de manter o equilíbrio. Outra opção é o exercício com bola suíça, que pode ser usado para exercitar simultaneamente várias estruturas musculares melhorando assim a percepção sensorial destas em cada movimento] Dentre os vários recursos existentes para controle da dor do trabalho de parto, a eletroestimulação transcutânea (TENS) diminui a sensação dolorosa nas fases iniciais, retardando com isso a necessidade da utilização de métodos farmacológicos. A TENS pode ser utilizada como coadjuvante durante e após o parto como um recurso analgésico, bastante viável no controle da dor. A massoterapia é uma técnica que poderá ser utilizada, a fim de trazer alívio nos locais como: região lombar e membros inferiores. O fisioterapeuta é um profissional qualificado para assistir as parturientes durante o trabalho de parto tornando-o mais humanizado, menos traumático, doloroso e demorado. Assim sendo o presente estudo visa contribuir tanto para a sociedade, quanto para os profissionais da área da saúde, através de informações em relação à atuação da fisioterapia em obstetrícia.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Cuidado com a postura durante a gravidez!

A gravidez provoca modificações corporais intensas na mulher. O útero começa um processo de expansão, aumentando as curvaturas e abrindo lateralmente o corpo da mulher. A passada se abre devido à força interna centrífuga. Os músculos, as articulações e os ossos também sofrem extensas mudanças. O centro de gravidade da mulher tende a mudar com o passar dos meses de gestação. Logo, a coluna, base da sustentação, sofre grande impacto. Por isso, muitas gestantes passam a adotar uma postura incorreta, impondo à coluna vertebral e as articulações um esforço desnecessário.
Para amenizar o impacto sofrido pela coluna a gestante deve procurar praticar atividades de relaxamento. Além de reeducar a postura a gestante deverá fazer exercícios regularmente para diminuir as dores e os mal-estares. O trabalho de relaxamento da coluna, liberando a respiração é de grande importância para preparar o corpo para o parto e pós- parto. 
Existem algumas orientações posturais básicas que auxiliam a gestante a ter o máximo de segurança e desempenho eficiente nas suas atividades diárias:
Deitar: sentar na beira da cama, apoiar o tronco sobre o cotovelo, girando de costas, colocando as pernas sobre a cama. Para levantar, utilizar o processo inverso. Para levantar, utilizar o processo inverso.
Caminhar: para realizar esta atividade a grávida deve estar usando sapatos adequados: confortáveis, de salto baixo e nivelados. O pé que está na frente deve tocar o chão primeiro com o calcanhar e os dedos voltados para cima; quando o pé vier de trás para frente, o joelho deve dobrar-se para frente antes do pé encostar no chão. Mantenha a cabeça erguida e balance os braços.
Levantar objetos: dobrar os joelhos, abrir as pernas, encaixar a barriga entre elas. A força deve incidir sobre os músculos das pernas e não sobrecarregando a musculatura da coluna lombar.
Banho: os produtos a serem utilizados durante o banho (shampoo, sabonetes, etc.), devem estar dispostos à altura dos ombros ou acima da linha da cintura. Evitando uma inclinação do tronco e compressão abdominal ao abaixar-se. Durante o banho recomenda-se a utilização de um banco no boxe sobre um tapete antiderrapante. Para lavar os pés, sente-se e cruze uma perna sobre a outra. No final da gestação com o crescimento abdominal, a melhor forma de fazê-lo será trazendo cada perna de encontro ao corpo. Aproveitar o momento do banho para realizar massagens circulares nas mamas e mamilos. Para lavar as costas utilize uma toalha de rosto dobrada no sentido do comprimento e lave-as na diagonal ou utilize escova de cabo longo, trocando alternadamente de lado.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Mais um video,  para as mamães que querem ficar informadas do que precisa para uma gravidez saudável!!

Fisioterapia pélvica para grávidas: entenda o que é e seus benefícios! ;)

Fisioterapia pélvica para grávidas: entenda o que é e seus benefícios
Saiba quais são os benefícios da fisioterapia pélvica para a grávida.


Ao longo da gestação, o útero cresce mais de 20 vezes em relação ao seu tamanho normal, pressionando os diversos órgãos que estão ao seu redor.

É para aguentar essa avalanche de transformações no corpo da mulher que exercícios de respiração, relaxamento e fortalecimento dos músculos são indicados para as grávidas.

Uma dessas atividades é a fisioterapia pélvica, feita para fortalecer os músculos do períneo. Ela pode ser feita a partir do terceiro mês de gestação - após liberação do obstetra - e também após o parto. Confira abaixo os benefícios dessa fisioterapia para a gestante e o bebê e suas principais funções. 

·                   Principais funções
"São três as funções principais. Uma delas é de apoio às vísceras, evitando a queda da bexiga, útero e reto, entre outros. Outra é esfincteriana, ou seja, prevenindo a incontinência urinária e fecal, uma vez que o esfíncter funciona como uma válvula, e a outra função é a sexual", explica a fisioterapeuta uroginecológica da Clínica Salutaire Mônica Lopes, membro da Associação Brasileira de Fisioterapia em Saúde da Mulher (ABRAFISM).

Segundo ela, como a mulher tem poucas fibras sensoriais na região da vagina, se a musculatura estiver
flácida, o prazer sexual não é o mesmo. "Há menor contato entre o pênis e a vagina. Por isso é importante que a musculatura esteja mais tonificada", explica.

·                   Como fazer
A fisioterapia é feita em conjunto com diversos exercícios e é indicada a partir do terceiro mês de gestação após a liberação do obstetra. As sessões duram entre 40 minutos e uma hora, e podem ser feitas de uma a duas vezes na semana.

"Uma das maneiras de fazer a fisioterapia é com o toque, só que de maneira mais suave do que o ginecologista. Não incomoda e não dói. Pelo toque nós ensinamos a mulher a sentir e a exercitar a contração muscular", explica Mônica Lopes. Os exercícios incrementam a respiração, fortalecem músculos e articulações, diminuem o inchaço através da drenagem linfática e aumentam a sensação de bem estar da grávida através dos alongamentos e relaxamentos.

Até a 34ª semana, a massagem perineal é outra maneira de evitar o rompimento do períneo, ou laceração perineal, e pode ser feita com a ajuda do parceiro. "É um movimento circular em meia-lua feito na vagina que não causa dor", explica a fisioterapeuta uroginecológica.
·                   Durante a gravidez e no pós-parto
Para a mulher que pretende ter um parto cesário, a fisioterapia pélvica é feita como profilaxia, enquanto para o parto normal, os exercícios são sentidos pela gestante na hora do nascimento da criança.

"A mulher ganha maior controle da respiração e relaxamento do períneo. E ainda facilita a expulsão do feto, uma vez que a mulher tem maior controle da região porque estará forçando as vísceras para baixo para a saída do bebê"
, acrescenta Mônica Lopes.

Após o parto, tanto a mulher que teve um parto natural quanto a de cesariana podem fazer a fisioterapia pélvica. Entre as sequelas do parto que a fisioterapia minimiza estão a formação de cicatrizes, a separação dos músculos retos abdominais - conhecido como diástase -, a incontinência urinária e o retorno da função sexual sem dor, nos casos de parto vaginal.
No pós-parto a abordagem é diferente e aparelhos como eletroestimulação, biofeedback e pesos e cones vaginais são usados para fortalecer os 13 músculos que compõem o períneo. "Esses aparelhos permitem que a mulher acompanhe sua performance através de gráficos e telas. No caso dos pesos e cones vaginais, que são similares aos absorventes íntimos, a mulher faz os exercícios sentindo a melhora da tonificação muscular perineal", explica.



http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/materias/fisioterapia-pelvica-para-gravidas-entenda-o-que-e-e-seus-beneficios.htm 




UM POUCO MAIS SOBRE A FISIOTERAPIA NA GESTAÇÃO!!

UM POUCO MAIS SOBRE A FISIOTERAPIA NA GESTAÇÃO

A gestação é um período de muitas transformações físicas e emocionais para a mulher e, durante esse momento gestacional, uma das maiores preocupações da mãe é com o bom desenvolvimento do bebê. Esse, entretanto, não deve ser o único cuidado a ser tomado, pois o corpo da gestante também merece uma atenção especial. Essa atenção não consiste, apenas, em realizar o pré-natal regularmente, alimentos saudáveis e balanceados devem fazer parte da dieta da gestante bem como a prática adequada de atividades físicas, uma vez que elas ajudam a mulher na hora do parto, preparando o seu corpo e ainda amenizam os efeitos que as alterações corporais podem causar.

Uma vez liberada por seu médico de confiança e acompanhamento gestacional, uma boa atividade para a mulher grávida é a fisioterapia para gestante. Mas é indispensável que a futura mamãe passe por uma boa avaliação, para só depois iniciar os exercícios sem receios quanto a sua saúde e a do bebê. O planejamento das atividades é realizado de acordo com os dados obtidos na avaliação prévia do estado da paciente. Questões como antecedentes familiares, histórico da gestação até aquele momento e as condições físicas e posturais da gestante são analisadas de modo a viabilizar exercícios corretos e de acordo com os próprios objetivos da gestante.




FISIOTERAPIA PREVENTIVA PODE GARANTIR O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA

FISIOTERAPIA PREVENTIVA PODE GARANTIR O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA

Cada vez mais se faz necessária a atuação da fisioterapia em pacientes com câncer de mama, do ponto de vista do tratamento e da prevenção, para minimizar os efeitos da cirurgia radical ou mesmo superá-los


Medida faz parte de uma tendência que busca a prevenção e a promoção da qualidade de vida ao invés de apenas tratar e curar doenças.

AGÊNCIA NOTISA – O modelo médico por muito tempo se focou na doença, numa forma de pensar a saúde que pode ser qualificada como “reabilitadora”. Durante esse período, a prevenção de problemas e a promoção de saúde não faziam parte do leque de atuação do profissional. Mas este padrão está mudando.

É o que mostra o artigo “As práticas do cuidar na oncologia: experiência da fisioterapia em pacientes com câncer de mama”, publicado em julho do ano passado na revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos. De acordo com o trabalho, este novo estilo de fazer medicina também estaria se estendendo para a fisioterapia oncológica.

Lina Faria é pesquisadora do Instituto de Medicina Social, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e autora do artigo. Em entrevista à Agência Notisa, ela afirma que “mais do que recuperar ou curar pessoas, a fisioterapia preventiva vem criando condições para a saúde, o bem-estar e a participação social”, através de atividades que visam a prevenção de complicações, em todas as fases do desenvolvimento desta doença: “no diagnóstico; no tratamento; na recorrência da doença e nos cuidados paliativos”, enumera. A fisioterapia oncólogica, assim, “lida com as sequelas próprias do tratamento, atuando de forma preventiva para minimizá-las”, afirma a pesquisadora no artigo.

A pesquisa defende a importância do início de um programa fisioterapêutico precoce no tratamento de câncer de mama, antes dos pacientes apresentarem complicações, como “limitações de movimentos, dor, linfedema e aderência cicatricial”. Lina explica que, procedendo dessa forma, o paciente “diminui o tempo de internação e retorna mais rapidamente às atividades diárias e ocupacionais”.

No pós-operatório, a pesquisadora afirma que existem várias terapias indicadas, a saber: “algumas baseadas em exercícios de alongamento global e fortalecimento muscular, exercícios respiratórios, manobras de drenagem linfática manual, além de movimentos de facilitação neuromuscular proprioceptiva e atividades funcionais”, com destaque também para técnicas de Reeducação Postural Global (RPG), cinesioterapia, crioterapia, mobilização passiva e técnicas de relaxamento muscular.

É importante que se conheçam as técnicas de fisioterapia preventiva disponíveis, bem como seus benefícios para os pacientes com câncer de mama, uma vez que esta é uma das maiores causas de mortalidade entre mulheres no Brasil atual, podendo ser qualificado como “um importante problema de saúde pública”, argumenta a autora no artigo. Dessa forma, “cada vez mais se faz necessária a atuação da fisioterapia em pacientes com câncer de mama, do ponto de vista do tratamento e da prevenção, para minimizar os efeitos da cirurgia radical ou mesmo superá-los”, conclui na publicação.

Fonte: Agência Notisa (science journalism)


http://fisioworkrs.com.br/site/novidade/view/114//outubro_rosa

Gestação saudável e fisioterapia.

Gestação saudável e fisioterapia.


A fisioterapia obstétrica é a mais nova área da saúde disponível para as mamães que querem se preparar para uma gestação e pós-parto saudáveis.
A fisioterapia em gestantes tem como objetivo cuidar do corpo da mulher, com as transformações fisiológicas, estruturais e emocionais nos nove meses oferecendo uma melhor qualidade de vida nesse período tão importante na vida da mulher.
O fisioterapeuta pode elaborar um plano terapêutico específico e individual para melhorar a resistência física e flexibilidade no pré-parto e pós-parto, respeitando as possíveis intercorrências na gestação, como por exemplo diabetes e cardiopatias e as necessidades de cada gestante. Portanto, o fisioterapeuta pode atuar desde a concepção até o pós-parto, orientando quanto às dores e desconfortos gerados pela mudança estrutural na gestação. O ideal é que o profissional atue antes mesmo de aparecer algum incômodo, prevenindo.
A atividade física na gestação é extremamente importante, porque relaxa e aumenta a disposição física para o dia-a-dia e minimiza os desconfortos físicos da gestação.
Os exercícios na terapia devem sempre respeitar a saúde materno-fetal favorecendo o fluxo sanguíneo para o bebê e controlando a freqüência cardíaca e temperatura corporal da gestante.
O fisioterapeuta pode elaborar um plano de terapia específico para as alterações fisiológicas e estruturais na gestação naquele trimestre, atuando durante toda a gestação com autorização do médico obstetra. A terapia pode contar com os seguintes objetivos :
·      melhorar o condicionamento físico através de alongamentos e fortalecimentos específicos principalmente da musculatura do assoalho pélvico (principalmente músculos perineais), músculos paravertebrais, abdômen e braços entre outros, preparando a mulher para as mudanças corporais durante a gestação, para o parto e pós-parto;
·         melhorar a consciência respiratória e consciência corporal;
·      minimizar e prevenir as dores dorsais e lombares, equilibrando a musculatura;
·      orientação postural, de como caminhar, dormir, sentar e uso de calçados para prevenir lesões articulares, visto que os ligamentos tornam-se frouxos para facilitar o parto normal;
·      técnicas de massagens relaxantes para auxiliar no relaxamento;
·      técnicas de massagem, como a drenagem linfática para ajudar a minimizar e prevenir edemas (inchaços) e transtornos circulatórios;
·      preparar a mama para lactação e orientação quanto à amamentação.

O fato da gestante se preparar para uma gravidez e pós-parto saudáveis, também facilita muito o trabalho de parto em todas as suas fases. Com uma melhor conscientização corporal a fisioterapia pode atuar durante o trabalho de parto através de técnicas de massagens, técnicas respiratórias e exercícios específicos para facilitar a descida do bebê através da pelve da parturiente e a dilatação, diminuindo assim o tempo do trabalho de parto.
No pós-parto a fisioterapia também pode auxiliar a mulher com os seguintes objetivos:
·         exercícios de alongamentos cervicais e membros superiores (compensando o uso excessivo do braço para amamentar o bebê e nos cuidados gerais) e alongamentos para músculos específicos, como os lombares;
·         exercícios para o assoalho pélvico, prevenindo prolapsos, incontinência urinária e proteção de músculos perineais (seja no pós-parto normal ou cesárea);
·         massagens relaxantes e orientações posturais para prevenir lesões articulares.
Enfim, a fisioterapia pode ajudar muito nas transformações corporais na gestação, no trabalho de parto e na recuperação pós-parto, trabalhando o corpo da mulher em busca do equilíbrio físico e emocional contribuindo para o nascimento de uma relação muito importante, mãe e filho(a).











Olá mamães! O blog gestationLife sabe o quão é importante manter uma gravidez
 saudável e tranquila, e para auxiliar indicamos a hidroterapia, um tratamento que trás varias vantagens tanto para o bebê, quanto para a mãe na hora do parto! ;)




https://www.youtube.com/watch?v=X916TDPBc0U

A importância de procurar fazer tratamentos fisioterapeuticos


A fisioterapia também é aliada na prevenção de males do dia a dia 

  
Andréa Cristofoletti 
  
Engana-se quem pensa que fisioterapia é coisa só para atletas. Neste caso o objetivo é conseguir o máximo em desempenho atlético, mas o campo de aplicação dessa especialidade que contribui para a prevenção, cura e recuperação da saúde é mais amplo do que muita gente imagina. Atua em diferentes áreas, desde no tratamento da celulite a vícios de postura e problemas cardiorrespiratórios, até distúrbios ocasionados pela má formação genética ou sequelas de derrames e enfartes, sempre em favor da melhor qualidade de vida. 
  
Quem já enfrentou dor causada por mau jeito na coluna vertebral ou porque torceu o joelho pode ter certeza que a fisioterapia é remédio para dar um fim ao seu sofrimento. É na recuperação de traumas e restabelecimento de funções que a fisioterapia tem seu papel mais importante. Considere a opção pela fisioterapia se: for uma pessoa preocupada com a saúde; sente dor e cansaço constantemente; tem alterações posturais; sente dores na coluna vertebral; tiver lesão durante atividade física ou acidente; ou perder mobilidade após fratura ou outra lesão. 
  
A fisioterapia, em sentido amplo, estuda o movimento humano e busca o restabelecimento das funções comprometidas. Uma avaliação prévia do paciente é necessária a fim de traçar o plano de tratamento. As primeiras sessões são para acabar com a dor ou inflamação e depois é feita a reabilitação para que o problema não volte. 
  
Com o tratamento convencional é possível combinar procedimentos, como Pilates, Reeducação Postural Global (RPG), hidroterapia e até musculação. E por contar com técnicas, metodologias e abordagens específicas para cada paciente, para o exercício da atividade é exigido do fisioterapeuta formação em curso superior e registro do título no conselho profissional da categoria. 
  
A coluna vertebral sente os efeitos da gravidade. Todo mundo está propenso a ter problema postural e muita gente tem a fisioterapia como aliada na prevenção de males do dia a dia; nem espera mais por recomendação médica. De atletas profissionais a pessoas com estilo de vida sedentário, independente da idade, todos podem se beneficiar. Se a pessoa é mesmo preocupada com a sua saúde deve sempre considerar como opção a fisioterapia.


http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/483218/afinal-por-que-fazer-fisioterapia

Fisioterapia Aplicada à Ginecologia e Obstetrícia!


A Fisioterapia em ginecologia e obstetrícia, apesar de pouco conhecida, é uma especialidade de grande importância no atendimento de gestantes, pacientes com incontinência urinária, pacientes mastectomizados (retirada da mama), entre outros. 
O objetivo da fisioterapia obstetra é o de ajudar a mulher a ajustar-se às mudanças físicas do começo ao fim da gravidez. Através de procedimentos específicos, será avaliado e tratado, alguns problemas decorrentes deste período.


A gestação é um momento importante na vida da mulher, e nessa fase pode ser beneficiada com o atendimento pré e pós-parto, no sentido de tratar alguma alteração comum durante a gravidez ou prevenir qualquer disfunção inerente à sua condição. Após o parto, objetiva-se auxiliar a mãe através de normas higiênicas, deambulação, exercícios fisioterapêuticos, cuidados com as mamas, incentivo ao aleitamento materno, orientações posturais, funções intestinais e miccionais, vida sexual, retorno às atividades físicas e de vida diária. 



Utiliza-se técnicas de relaxamento efetivo, respiração e posicionamento, que ajudam a preparar a mulher para o parto. No período pós-parto oferece orientação sobre atividade física e quando necessário tratamento especializado.



Outro grande problema de saúde tratado em ginecologia e obstetrícia é a incontinência urinária. O foco do tratamento fisioterapêutico é o reforço dos músculos que compõem o assoalho pélvico através de exercícios e eletroestimulação, e a reeducação miccional, O atendimento aos pacientes que passaram por cirurgias de próstata também é realizado. Nas cirurgias de próstata podem ocorrer, como conseqüência, incontinência urinária, que pode ser tratada pela Fisioterapia através de técnicas onde o paciente trabalha a musculatura do assoalho pélvico e através de recursos eletroterápicos, que visam reforçar os músculos do assoalho pélvico e capacitar esse paciente a reter a urina.



http://gofisio.blogspot.com.br/

FISIOTERAPIA MANUAL




A fisioterapia manual consiste em utilizar as mãos para influenciar a capacidade de reparo do organismo. Assim, a manipulação afeta propriedades mecânicas dos tecidos como elasticidade, força e alongamento; trata as deficiências neuromusculares decorrentes de doenças e lesões musculoesqueléticas como perda de equilíbrio e movimento; trata a dor; permite a correção postural, além de causar reações psicológicas que apresentam uma resposta somática traduzida pelo relaxamento e sensação de bem estar.

A expressão "Terapia Manual" surgiu com Marcel Bienfait. Ele diz não ter sido o primeiro a utilizá-la, mas adotou-a porque define bem seu trabalho pessoal. O termo refere-se a diferentes métodos de tratamento: mobilização e manipulação articular, massagem do tecido conectivo, massagem de fricção transversa, mobilização neuromeníngea, facilitação neuromuscular, massagem transversa profunda, liberação miofascial, equilíbrio do sistema nervoso, entre outras.

Os objetivos básicos gerais das técnicas são: aumentar a flexibilidade de músculos, cápsulas, ligamentos, tendões e nervos; prevenir ou reduzir aderências e inflamações locais; promover melhora na lubrificação e na mobilidade destas estruturas; auxiliar no equilíbrio do sistema nervoso; e como conseqüência aliviar a dor e os sintomas associados. As sessões geralmente são realizadas uma vez por semana e tem duração média de 45 minutos.

Geralmente o atendimento com a Terapia Manual é realizado após a sessão de Microfisioterapia, pois como todo trauma tem uma origem que fica registrada em algum tecido do organismo, primeiramente é indicado que se estimule o corpo a reconhecer a causa primária da doença, ativando assim sistema imunológico se defender do agente agressor. Pode-se então manipular os tecidos lesados, reduzindo as chances de uma recidiva após o Tratamento Manual.






http://microfisioterapiavital.blogspot.com.br/p/terapia-manual.html

GestationLife



Toda mamãe quer o melhor para seu bebê, com isso buscam técnicas para manter a saúde e o bem estar dos dois em toda a gestação. Algumas dessas técnicas estão introduzidas na fisioterapia onde o movimento do corpo trás benefícios, como o aumento da capacidade cardiovascular, menos ganho de peso, diminuição do risco de diabetes gestacionais e muitos outros que toda mãe protetora e cuidadosa almeja,  os benefícios dessa pratica de movimentação é tão vasta que abrange não só o físico mas também o psicológico da paciente,  a diminuição da ansiedade, o alivio do estresse e a sensação de bem estar com sua mente e principalmente com seu corpo não pode ficar de fora quando se fala nesse assunto.

A hidroterapia e o pilates para as futuras mamães estão em maior destaque nos últimos tempos, lotando salas e piscinas em todo o mundo. Os movimentos devem acompanhar a magia do momento que vai do toque até a sensação que ele produz. Esses cuidados podem ir além do período gestacional, é importante que tenha um fisioterapeuta especializado na hora do parto, o tão sonhado momento deve correr tudo certo não é mesmo? Então mamãe o cuidado com seu bebê deve percorrer todo o período da gravidez  e não esquecendo de vocês, afinal de contas ele sente tudo que vocês sentem.


Autor: GestationLife 

Outubro Rosa, Câncer de Mama e a Fisioterapia



Outubro Rosa é uma campanha de conscientização realizada mundialmente no mês de outubro, dirigida a sociedade e as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
cancer de mama, caracteriza-se por um crescimento rápido e desordenado de células, que adquirem a capacidade de se multiplicar. Essas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos (câncer) na mama. Esta patologia apresenta-se como um grave problema de saúde pública em todo o mundo. No Brasil, a incidência esperada para 2014 é, em média, de 56,09 para cada 100 mil mulheres.
A terapêutica do câncer de mama envolve a quimioterapia, a cirurgia, a radioterapia, a endocrinoterapia e a terapia-alvo. Os tratamentos podem se associar, a depender das características tumorais e individuais da paciente, visando obter maior sobrevida associada à melhor qualidade de vida.
 Os tratamentos cirúrgicos podem ser divididos em conservadores (quadrantectomia ou setorectomia) e radicais (mastectomia). Quanto mais abrangente o procedimento cirúrgico, tanto na mama, quanto na axila, maiores as chances de a paciente desenvolver alguma complicação físico-funcional, principalmente no que corresponde ao membro superior do mesmo lado da cirurgia, podendo ocorrer limitações de movimento do ombro, perda de força muscular, comprometimento postural e o linfedema.
O primeiro sinal de complicação evidente após a cirurgia é a redução do movimento do braço homolateral, seja por dor ou medo. Caso ela permaneça por tempo prolongado, sem as devidas orientações de movimentação precoce, a articulação do ombro pode ficar limitada, levando a uma perda de força muscular da cintura escapular e do membro superior, já que estes músculos serão menos solicitados pelo desuso. Assim, atividades diárias e tarefas simples do dia-a-dia poderão ficar cada vez mais limitadas. Com o tempo, alterações posturais compensatórias aparecerão e com elas, a dor e uma maior
restrição de movimento, reiniciando um ciclo prejudicial, doloroso e restritivo, de difícil conversão, o que pode reduzir a capacidade funcional e a qualidade de vida.
Associado a esses fatores, a redução dos movimentos do braço e consequente perda de força muscular aumenta o risco de aparecimento do linfedema, já que as contrações musculares fazem parte da prevenção e até do tratamento desta patologia. O linfedema é um inchaço crônico, que pode ocorrer após a retirada dos linfonodos axilares na cirurgia do câncer de mama, causando grande desconforto e necessitando de tratamentos específicos baseados em drenagem linfática, enfaixamento compressivo e exercícios.
Sabendo que os movimentos e as contrações musculares são importantes para a prevenção do linfedema e para a manutenção e/ou recuperação da força muscular e funcionalidade, o treinamento muscular adequado torna-se essencial no pós-operatório de câncer de mama, principalmente para aquelas mulheres que fizeram a mastectomia, já que estas têm maior perda de tecido, o que pode determinar aumento das chances de alterações musculares. A reabilitação para ganho de força e movimento, direcionados pelo fisioterapeutaespecializado, determina maior rapidez na recuperação pós-cirúrgica e retorno às atividades diárias. As mulheres que fazem esse acompanhamento restabelecem o grau de força que tinham antes da cirurgia, comparadas às pacientes que não o realizam.
Os exercícios específicos para a amplitude articular do ombro podem ser iniciados já no dia seguinte da operação, levando sempre em consideração o limite de cada paciente e o tipo da cirurgia (principalmente se foi feito reconstrução). Já os exercícios para ganho de força muscular podem ser inseridos após um mês da cirurgia e necessitam abranger todos os movimentos de cintura escapular e membro superior, principalmente os movimentos que englobam a articulação do ombro, em especial para levantar, abrir e rodar internamente, que são os mais acometidos pela fraqueza muscular. Portanto, atenção deve ser dada ao fortalecimento dos músculos peitorais, que se envolvem com todos esses movimentos. A carga (peso) deve ser individualizada, de acordo com a capacidade atual da paciente, com a possibilidade de aumento progressivo no decorrer das sessões.
Deste modo, a recuperação da força muscular após a cirurgia de mama torna-se importante para que a paciente restabeleça suas funções e atividades de vida diária o mais breve possível, com desempenho adequado, sem dores e nem compensações, sempre visando o alcance de uma excelente qualidade de vida.
Caroline de Oliveira Marcon

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